Mostrando postagens com marcador infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador infantil. Mostrar todas as postagens

sábado, 26 de outubro de 2013

Estranho Caso do Yoda de Origami (Yoda de Origami, #1)


Nome:  O estranho caso do Yoda de Origami
Autor: Tom Angleberg
Gênero: Comédia, Infantil
Idioma:  Já traduzido
Título Original: The Strange Case of Origami Yoda
Editora: Sextante, 160 páginas
Saga: Origami Yoda
Ano de Publicação: 2010

Sinopse:  DOUG É UM GAROTO MUITO, MUITO ESTRANHO. Ele sempre faz coisas esquisitas, como usar a mesma camiseta durante um mês, dançar feito maluco e se deitar no chão da biblioteca. Isso é constrangedor, principalmente para Tommy, que passa o recreio com ele todos os dias. Por outro lado, Doug faz uma coisa muito legal: origamis. Um belo dia, ele cria um dedoche de origami do Yoda, o sábio personagem da saga Guerra nas estrelas. E aí tem início um grande mistério. O Yoda de Origami prevê o futuro e sempre sabe como lidar com uma situação difícil. Seus conselhos funcionam mesmo e logo a maioria dos alunos da escola está fazendo fila em busca de soluções para seus problemas.
Tommy não entende como o Yoda de Origami pode ser tão sagaz se o Doug é tão sem noção. Será que o Yoda está usando a Força? Tommy precisa resolver esse mistério antes de aceitar seu conselho sobre uma garota. Este é o relatório que Tommy preparou ao investigar O estranho caso do Yoda de Origami. Para torná-lo imparcial, ele incluiu os comentários de Herbert, um colega que nunca acreditou no Yoda de Origami. Também pediu a opinião de Kevin, que só fez uns rabiscos em volta do texto. Veja como ficou!


Resenha:
Não vou me defender com relação as minhas escolhas de leitura – sim, eu leio de tudo mesmo. Inclusive livros desse tipo, que a maioria corre amedrontada e não quer nunca mais ver.
Ao melhor  estilo do “Diário de um Banana”, a história é mais levada como uma “investigação” feita pelo personagem principal, Tommy. O livro possui uma série de desenhos – e comentários feitos pelos amigos de Tommy na escola – que o deixa ainda mais engraçado. Como qualquer boa fã de Star Wars, diga Yoda e eu já estarei correndo na sua direção, então não resisti a comprar o livro e descobrir o que diabos fazia o Yoda de papel. O caso todo se revolve ao redor de Doug, um menino esquisito que resolve fazer um origami do Yoda, e dar conselhos aos outros alunos (chegando até a trocar a ordem das palavras). Cada capítulo é contado por um aluno diferente, suas experiências e conselho dado pelo Yoda de Origami. Isso tudo foi compilado por Tommy, eu precisa decidir se aceita um dos inúmeros conselhos do Yoda – e que pode deixá-lo numa situação embaraçosa.
Os personagens são engraçados – quem não dá risada com as trapalhadas das crianças da quarta série? Aposto que você lembra bem das suas -, a leitura é extremamente rápida, e ainda dá pra dar altas risadas com os absurdos da história e os desenhos mal feitos. A história em si pode não ser das melhores, mas é um livro infantil para se distrair, e que eu achei que realmente valeu a pena. A força, ela com você sempre vai estar.

Aliás, fica o pedido: CADÊ O PRÓXIMO QUE É COM O DARTH VADER, SEXTANTE??

Nota:  4/5


Quote: Didn't Gandalf say "With great power comes great responsibility"? (If it wasn't Gandalf, maybe it was Thomas Jefferson. Or Spider-Man's uncle.)

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

O Labirinto dos Ossos (39 Clues, #1)


Nome:  Labirinto dos Ossos
Autor: Rick Riordan
 Gênero: Infantil, Aventura.
Idioma: Português
Título Original:  The Maze of Bones
Saga: The 39 Clues, #1
Ano de Publicação: 2010


Sinopse: Imagine se você descobrisse que faz parte de uma família de personalidades que mudaram a História. E imagine se, no minuto seguinte, você tivesse que escolher entre herdar um milhão de dólares ou a primeira de 39 pistas para encontrar o maior tesouro do mundo. Essa é a decisão que os órfãos Amy e Dan Cahill devem tomar em apenas cinco minutos.
Os irmãos queimam seus cheques e se lançam na busca das 39 pistas. O que eles nem imaginam é que seus maiores inimigos serão os próprios Cahill, uma família dividida em clãs e capazes de qualquer trapaça para chegar ao tesouro.


Resenha:
Bom, só peguei o Labirinto dos ossos, para falar a verdade, porque estava jogado em um canto da casa da minha vó. Eu estava entediada e sem nada para ler, então achei que iria dar uma boa distraída. Nem preciso falar que me apaixonei, logo de amor a primeira vista.
Todo mundo já conhece o estilo do Tio Rick, e eu vou evitar mencioná-lo de novo para não ficar muito repetitivo. Então, em resumo, direi por que adorei a história.
Primeiro, porque amo esse tipo de história meio infantil, com um apelo para a família. Amy e Dan podem não ser os irmãos perfeitos, mas quem não queria ser irmão deles também? De um modo, acham um jeito prefeito de conviver – e o relacionamento deles é uma das melhores partes do livro. Segundo, caça ao tesouro. Ao redor do mundo. Com direito a países exóticos, vivitas a museus estranhos e História direto na sua veia. Nada mais a dizer. Terceiro, aventuras e mais aventuras! Quem não adorou as Catacumbas de Paris? Fiquei tão implicada com o livro que quando minha mãe finalmente levou eu e minha irmã para viajar na Europa, nós duas absolutamente recusamos a ir embora sem antes ir nas catacumbas (comprei um chaveiro bem legal lá, ainda por cima). Quarto, Nellie – a nova Mary Poppins a au pair um pouco menos do que perfeita. E é claro que vou mencionar outro de meus personagens preferidos, o Tio Alistair.
O livro é bem pequenino, e a leitura é rápida – mas se você gosta de história e de lugares, é perfeito. As descrições são ótimas, a trama prende e faz você virar cada página, alguns personagens fazem você corroer de ódio... E ainda descobri um monte de coisas sobre Benjamin Franklin (tipo um ensaio que ele fez sobre os diferentes tipos de flatulência. Isso mesmo, PUM).  Enfim, um livro que vale realmente a pena ler. Principalmente se você lá no fundo, sabe que é um Cahill.

Nota:  5/5



Quote: “My dear children!"
Nellie whopped him upside the head with her backpack.
"Ow!" Uncle Alistair curled over, cupping his hand over his good eye.
"Nellie!" Amy said.
"Sorry," Nellie muttered. "I thought he was one of the bad guys.”